𝗟𝗮𝘂𝗿𝗲𝗻𝘁𝗶𝗻𝗼 𝗥𝗼𝗰𝗵𝗮 𝗲 𝗗𝗷𝗮𝗹𝗺𝗮 𝗦𝗶𝗾𝘂𝗲𝗶𝗿𝗮 𝗱ã𝗼 𝘃𝗼𝘇 𝗮 «𝗨𝘁𝗼𝗽𝗶𝗮» 𝗲𝗻𝘁𝗿𝗲
𝗹𝗶𝗿𝗶𝘀𝗺𝗼, 𝗴𝗮𝗹𝗼𝗽𝗲 𝗲 𝗽𝘀𝗶𝗰𝗼𝗱𝗲𝗹𝗶𝗮.
Os pernambucanos Laurentino Rocha e Djalma Siqueira
protagonizam um dueto inédito no single «Utopia», com
lançamento marcado para 12 de junho de 2026.

Laurentino Rocha
A obra materializa um encontro entre Pernambuco e Tocantins, reunindo um elenco de músicos que nunca se apresentaram juntos antes, em torno da melodia arquitetada por Laurentino e da poesia metafórica inspirada de Boleslaw (Bolecho), membro da Academia de Letras do Tocantins.

Boleslaw (Bolecho), autor da letra
Na faixa, Laurentino e Djalma se revezam cantando e conduzindo o arco sonoro, espelhando a jornada poética da letra, construída a partir de metáforas e elementos universais recorrentes, como um barco vazio na imensidão do mar, o encontro entre o sol e a lua e o ciclo entre o dia e a noite, em um cenário que evoca sonhos, transformação e esperança.

Djalma Siqueira

Maestro Dadá Malheiros – arranjos de cordas (violino e violoncelo).
A sofisticação da música de câmara confere à obra um corpo grandioso, com um refinado arranjo de cordas assinado pelo maestro Dadá Malheiros, recifense de carreira internacional, com obras interpretadas por orquestras do Brasil e dos Estados Unidos, incluindo produções ligadas à Disney.

Fabiano Menezes
Essa arquitetura erudita ganha vida nas performances impecáveis do violoncelista Fabiano Menezes e do violinista Carlos Santos — ambos integrantes da Orquestra Sinfônica do Recife e do Quarteto Encore — que emolduram e passeiam por diversos trechos da obra, conferindo sofisticação e virtuosismo a cada passagem.

Carlos Santos
A concepção do projeto e a estética musical foram idealizadas por Laurentino Rocha, compositor, diretor e produtor musical. O contexto da obra, que também revela as raízes da base rítmica e harmônica em parceria com Djalma Siqueira e Antônio Guedes.

Antônio Guedes
A arquitetura desta base é fruto de uma construção coletiva e cuidadosa, protagonizada por um trio de músicos. Laurentino concebeu o protótipo da base no violão, cabendo a Antônio Guedes a função principal de materializar a gravação do instrumento em estúdio. Coube-lhe também incorporar a estética psicodélica por meio da guitarra, pavimentar os versos com a viola e aplicar camadas de graves no contrabaixo, em perfeito alinhamento com o violoncelo, contribuindo para o equilíbrio entre as frequências graves e agudas.
Djalma Siqueira, por sua vez, foi fundamental para conferir efervescência e vitalidade ao trabalho. Ao introduzir a percussão com zabumba, triângulo, pau de chuva, prato de efeito, caxixi e assobio, reforçou a identidade nordestina da obra, em harmonia com seu caráter universal.
Todo esse processo criativo foi capturado no Estúdio Oráculo, em Recife, sob a produção e engenharia de áudio de Matheus Rodrigues, que conduziu o trabalho com precisão e excelência.

Matheus Rodrigues, fez toda a produção de estúdio no Oráculo
A obra é complementada por um videoclipe, cuja direção, produção, direção de arte e cenografia são de Laurentino Rocha. O filme percorre uma vasta geografia, conectando lugares históricos e bucólicos do Recife (Rua do Bom Jesus, Teatro de Santa Isabel, Novo Cais de Santa Rita e Jardim Baobá) aos Jardins do Castelo da Torre (PB), além de paisagens e cenas internacionais captadas na Ilha de Skye (Escócia) e em Louisville (EUA). Cartografia visual que mistura o real e o imaginário, reforçando a universalidade da proposta.

















































































