Este 28 de fevereiro recriaram com sangue feminino os assassinatos de 1908

DDHH

Em 28 de fevereiro, no Irã, os assassinatos de 1908 em Nova York foram recriados com sangue feminino.

Em 8 de março de 1908, em Nova York, 129 trabalhadoras foram assassinadas em um incêndio dentro de uma fábrica têxtil conhecida como Cotton. As mulheres realizavam um protesto trabalhista para exigir melhores condições de trabalho, redução da jornada e salários equivalentes aos dos homens que desempenhavam tarefas semelhantes.

As portas da fábrica foram fechadas por fora e atearam fogo às instalações. As operárias morreram carbonizadas, sem possibilidade de fuga. O proprietário da fábrica, que castigou com fogo as trabalhadoras em greve, jamais foi incomodado pela justiça norte-americana.

Em 28 de fevereiro de 2026, durante o dia e em pleno horário de aula, foi bombardeada a escola primária feminina Shajareh Tayyebeh, em Minab. No ataque aéreo ocorrido no Irã, mais de 100 meninas foram assassinadas.

A escola, que conta com 170 estudantes, foi atingida por um míssil de alta precisão. Isso invalida a desculpa de que o estabelecimento educacional teria sido destruído por erro — ainda mais diante de operações que demonstraram precisão extrema, como o sequestro de Maduro e o assassinato do aiatolá Seyyed Ali Jamenei.

As imagens de satélite não deixam dúvidas. De acordo com investigações realizadas de forma independente pelos meios de comunicação norte-americanos CBC, NPR e The New York Times, tratou-se de um ataque de precisão das Forças Armadas dos Estados Unidos.

Mais uma vez, a memória do 8 de março é coberta de luto. Não apenas pelo brutal ataque contra as meninas iranianas, mas também pela cifra de pelo menos 19.254 feminicídios registrados nos últimos cinco anos na América Latina e no Caribe, segundo a CEPAL — o equivalente a cerca de 11 assassinatos por dia.

A CEPAL (Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe) esclarece que não é possível estabelecer comparações regionais diretas, pois a cada ano um número diferente de países apresenta informações oficiais. Ainda assim, o acompanhamento ao longo do tempo dos dados nacionais mostra com clareza que a violência feminicida persiste na região, afetando a vida de milhares de mulheres e meninas, impactando comunidades inteiras e limitando o desenvolvimento, a igualdade e a paz nos países.

ARGENTINA

Durante 2025 registraram-se 262 vítimas fatais de violência de gênero na Argentina — o equivalente a um assassinato a cada 33 horas — segundo o Informe Anual de Feminicídios, Lesbicídios e Trans-travesticídios elaborado pelo Observatório de Feminicídios “Adriana Marisel Zambrano”.

BRASIL

Depois de uma década da sanção da Lei do Feminicídio, o Brasil voltou a registrar números recordes de assassinatos de mulheres por razões de gênero. Em 2025 foram 1.518 vítimas, superando os 1.458 casos registrados em 2024. Trata-se de uma tendência persistente que acende sinais de alerta em toda a região.

AMIGOS DE LA VOZ DE LOS BARRIOS EN BRASIL
Você pode colaborar com LA VOZ DE LOS BARRIOS enviando qualquer valor ao:
PIX 440 039 864 15

Eduardo Martins

Poeta e ensaísta, professor de literatura da UFRO – Universidade Federal de Rondônia. Mestre em Teoria da Literatura pela UNESP – Universidade Estadual de São Paulo.

Jonas Bandeira de Melo

Pernambucano, de la ciudad de Paulista, en el noreste brasileño. Maestro de historia jubilado desde 2014, también es poeta, compositor y escritor.

Flavio Magalhães

Pernambucano de Sertânia en el noroeste brasileño. Bachiller en letras, graduado en lengua inglesa y maestro de educación, “Pedazos de Vida” es su cuarto libro literario

Josessandro Andrade

Poliartista, poeta, compositor, cordelista, teatrólogo y guionista de documentales, venció el premio nacional Viva la Literatura de los ministerios de Cultura y Educación en 2009.

Carlos Alberto Rodrigues

Empresario

Luis Carlos Dias

Ilustração de Jorge Lopes.

Edgardo Anibal Cava

Empresario

Dalva

Mamá de Raví

Paulo de Carvalho

Poeta – Actor- Asistente de dierección cinematográfico

AMIGOS DE LA VOZ DE LOS BARRIOS DE AMÉRICA LATINA
Usted pode colaborar con LA VOZ DE LOS BARRIOS enviando cualquier valor al:
ALIAS: titojunin

Luis Alberto Rubial

Coaching Organizacional, co Director del Instituto Superior Empresarials

Nico Scarli

Estilista

Edú

De la parrilla Matheu, en el barrio de la Boca Argentina

Gustavo Pirich

Combatiente de Malvinas

Armando Tisera

Presidente del club Bohemios del barrio de La Boca

Club Bohemios de La Boca

Ricardo Solé y Natalia Noguera

Militantes sociales en Barracas, Buenos aires- Ricardo fue combatiente en Malvinas y Natalia lidera la Asc. Mujeres de mi Pueblo

Rosita Elías

Concejala con mandato cumplido

Daniel Cano

Profesor – Dirigente Sindical

Alejandra Bosa

Actriz

Gabriela y Marcelo Reichnshammer

Pastores comprometidos con la acción social

Mauro Héctor Fernández

Poeta

Reinaldo Echevarría

Militante popular

Lito Morano

Escritor – Poeta- Psicólogo

Fabián Samudio

Comerciante -hincha de River Plate

Sandra González y Lautaro González

Compromiso Social

Romina Paesani

Profesoras de teatro – Actrices

Conti Arcos

Actriz

Karina Beltrán

Artista Plástica

José Benjamín Ragone

Ruben Mario Scorsetti

Martllero Público – Dirigente

Raquel Márquez

Militante de la cultura – Conductora radial – Dirigente de la Confederación de jubilados

Juana

Dirigente en la Villa 21/14

Amancai

Actriz

Eduardo Kozanlián

Dirigente y militante de la causa Armenia

Hotel DaDa

Francina Sierra

Dirigente sincal y Concejala.

Oscar Farias

Lonko de la comunidad nahuel Payún – Dirigente político

Horacio Bosa

Martillero público

Andrés La Blunda

Legislador por Buenos Aires (CABA)

Sonia Nuñez

Dirigente del espacio Patricios al Fondo – CABA

Mauricio Benítez

Referente del espacio Patricios al Fondo en CABA

Susana Boguey

Escritora – Dirigente sindical

Carlos Dalprá

Dirigente Sindical (Bancaria)

Rosana Morando

Dirigente política – Presidenta del Concejo Escolar – Junín

Miguel Saita

Fundador de la multipartidaria de jubilados en Junin (B)

Ediciones de Las Tres Lagunas

Eduardo Donatelli

Secretario General Sindicato de Obreros y Empleados Aceiteros de Junín

Juan Speroni

Sindicato Argentino de Obreros Navales – CABA

Andrés Mansilla

Secretario General SATSAID – Junín

Carlos Minucci

Asociación del Personal Superior de las Empresas de Energía Eléctrica – CABA

Gabriel Saudán

Secretario General Sindicato Municipales – Junín

Joaquin Peralta

UOM – Junín

Silvia Velazco

Secretaria General – SUTEBA – Junín

Anibal Torreta

Sindicato Único de Trabajadores del Estado de la Ciudad de Buenos Aires

Héctor Azil

Secretario general ATSA Junín

Abel Bueno

Secretario General de la Bancaria Junín

José García

Secretario General – Unión Ferroviaria Junín

Héctor Amichetti

Federación Gráfica Bonaerense

COMPARTIR:
Este 28 de fevereiro recriaram com sangue feminino os assassinatos de 1908
Este 28 de febrero recrearon con sangre femenina los asesinatos de 1908
Seguir Leyendo :
DDHH
Más Leídas
keyboard_arrow_up