Reproduzimos parágrafos do comunicado de Álvaro Góis — presidente do Diretório Municipal (PT Sertânia-PE).
Unidade nacional contra a extrema direita exige aliança com João Campos em Pernambuco
A política pernambucana chega a um momento decisivo. O projeto popular que recolocou o Brasil no rumo da democracia e do desenvolvimento, sob a liderança do presidente Lula, não pode ser interrompido nos estados. Em Pernambuco, essa defesa impõe uma escolha clara: apoiar João Campos (PSB) ao governo estadual.
Trata-se de uma decisão que vai além do calendário eleitoral – é um imperativo estratégico para quem entende que a unidade do campo democrático é condição para proteger o Brasil do retrocesso.
Desde 2023, o governo federal demonstra que a aliança entre PT e PSB foi muito mais do que uma coligação de ocasião. A indicação de Geraldo Alckmin como vice na chapa de Lula simbolizou a grandeza política necessária para derrotar o bolsonarismo e reconstruir o país.
O mesmo espírito de unidade nacional precisa se reproduzir nos estados. Em Pernambuco, João Campos é o nome que representa essa sintonia e lealdade ao projeto democrático que hoje governa o Brasil.
A atual governadora, Raquel Lyra (PSDB), trilha caminho oposto. Enquanto o governo Lula investe pesado no estado, sua administração adota sistemática política de invisibilizar as ações do governo federal.
Mais grave: documentos vazados da cúpula do PL – os chamados “documentos de Flávio Bolsonaro” – revelam que o partido da extrema direita aposta na reeleição da governadora.
Não se trata de sectarismo, mas de clareza. A defesa do Brasil exige coragem e unidade.















































































