Marcos de Farias Costa, alagoano de Maceió. Diplomado em psicologia. Poeta, contista, ensaísta, teatrólogo, romancista, compositor, músico, tradutor, jornalista, livreiro. É uma das vozes mais representativas da cultura alagoana.
A COMÉDIA DE EROS
(poemas galantes)
(Maceió: Edição do Autor, 1997)
JARAGUÁ
Ouvia Jurame,
a caminho da zona;
punham pedra-ume
pra vedar a cona.
Juventude perdida
toda sem firmeza,
por delicadeza
eu perdi a vida.
Em Jaraguá,
bairro das perdidas
fiz amor no mar
por trezentas vidas.
Nos puteiros
e prostíbulos
torrei dinheiro
e testículos.
Pobre juventude
toda arrependida:
gorda cornitude
magra Margarida.

Capa do livro «A quadratura do círculo» (1991), poemas emblemáticos que ultrapassaram as fronteiras lúdicas.
Lá no gerações – Marcos de Farias Costa
Tributo a Pixinguinha
















































































