𝗟𝗮𝘂𝗿𝗲𝗻𝘁𝗶𝗻𝗼 𝗥𝗼𝗰𝗵𝗮 𝗲 𝗗𝗷𝗮𝗹𝗺𝗮 𝗦𝗶𝗾𝘂𝗲𝗶𝗿𝗮 𝗱ã𝗼 𝘃𝗼𝘇 𝗮 «𝗨𝘁𝗼𝗽𝗶𝗮» 𝗲𝗻𝘁𝗿𝗲
𝗹𝗶𝗿𝗶𝘀𝗺𝗼, 𝗴𝗮𝗹𝗼𝗽𝗲 𝗲 𝗽𝘀𝗶𝗰𝗼𝗱𝗲𝗹𝗶𝗮.
Os pernambucanos Laurentino Rocha e Djalma Siqueira
protagonizam um dueto inédito no single «Utopia», com
lançamento marcado para 12 de junho de 2026.

Laurentino Rocha
A obra materializa um encontro entre Pernambuco e Tocantins,
reunindo um elenco de músicos que nunca haviam atuado
juntos, em torno da melodia arquitetada por Laurentino e da
inspirada poesia metafórica de Boleslaw (Bolecho), membro da
Academia Tocantinense de Letras.
Esteticamente, a canção transita entre o lirismo cameral das
cordas, o baião agalopado com inspiração armorial e sutis
camadas da psicodelia setentista, sob uma leitura
contemporânea.

Djalma Siqueira
Na faixa, Laurentino e Djalma alternam timbres e conduzem o
arco sonoro, espelhando a jornada poética da letra, que se
constrói a partir de metáforas recorrentes e de elementos
universais como um barco vazio na imensidão do mar, o flerte
entre sol e lua e o ciclo entre o dia e a noite, em um cenário que
evoca sonho, transformação e esperança.

Maestro Dadá Malheiros – arranjos de c
ordas (violino e violoncelo).
A sofisticação camerística da faixa ganha corpo com um
requintado arranjo de cordas assinado pelo maestro Dadá
Malheiros, recifense de carreira internacional, com obras
executadas por orquestras no Brasil e nos EUA, incluindo
produções ligadas à Disney.

Fabiano Menezes
Essa arquitetura erudita ganha vida nas performances
impecáveis do violoncelista Fabiano Menezes e do violinista
Carlos Santos — ambos integrantes da Orquestra Sinfônica do
Recife e do Quarteto Encore — que emolduram e passeiam por
vários trechos da obra, conferindo sofisticação e virtuosismo a
cada passagem.

Carlos Santos
A concepção do projeto e da estética musical foi idealizada por
Laurentino Rocha, autor da melodia e diretor e produtor musical.
O contexto da obrada obra, que também assina os arranjos da base rítmica e harmônica em parceria com Djalma Siqueira e Antônio Guedes.

Antônio Guedes
A arquitetura dessa base é fruto de uma construção coletiva e
cuidadosa, protagonizada pelo trio. Laurentino construiu o
protótipo da base no violão, mas coube a Antônio Guedes o
papel primordial de materializar a gravação do instrumento no
estúdio. A ele também coube inserir ares psicodélicos com a
guitarra, pavimentar as estrofes com a viola e aplicar camadas
graves no contrabaixo, em perfeito alinhamento com o
violoncelo, contribuindo para o equilíbrio ideal entre graves e
agudos.

Boleslaw (Bolecho), autor da letra
Djalma Siqueira, por sua vez, foi fundamental para conferir
efervescência e animação à obra. Incrementou a percussão com
zabumba, triângulo, pau de chuva, prato de efeito, caxixi e
assobio de efeito — reforçando a identidade nordestina da obra,
em harmonia com o seu caráter universal.
Todo esse processo criativo foi capturado e lapidado no Estúdio
Oráculo, em Recife, sob a produção e engenharia de áudio de
Matheus Rodrigues, que gravou e esculpiu o som de todo o
elenco com precisão e excelência.

Matheus Rodrigues, fez toda a produção de estúdio no Oráculo
A obra se completa com um videoclipe, que tem direção, produção, arte e cenografia assinadas por Laurentino Rocha. O filme percorre uma geografia expansiva, conectando pontos
históricos do Recife (Rua do Bom Jesus, Teatro de Santa Isabel,
Novo Cais de Santa Rita e Jardim Baobá) aos Jardins do
Castelo da Torre (PB), estendendo-se a paisagens
internacionais na Ilha de Skye (Escócia) e em Louisville (EUA).
Essa cartografia visual mescla real e imaginário, reforçando a
universalidade da proposta.
















































































